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Logotipo Clínica Luxmed - Oeiras, Lisboa
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Ritual Renova Peel

Uma renovação da pele com peelings profissionais que atuam a diferentes profundidades, para atenuar manchas, textura irregular e sinais de cansaço.

Revisão clínica: Este conteúdo foi revisto pela Dra. Michelle Campagnoli, médica com competência em Medicina Estética reconhecida pela Ordem dos Médicos (cédula n.º 69467).

Última Revisão:

O que é o peeling químico

O peeling químico é um dos tratamentos de renovação da pele mais versáteis e estudados. Consiste na aplicação controlada de agentes esfoliantes que promovem a renovação das camadas superficiais da pele, estimulando a substituição das células envelhecidas por células novas. O resultado é uma pele mais lisa, luminosa e uniforme, com melhoria visível da textura, das manchas, dos poros e dos sinais de cansaço. A grande vantagem é poder ser ajustado: a profundidade e a intensidade adaptam-se ao objetivo e ao tipo de pele de cada pessoa.


Utiliza uma gama de peelings profissionais com diferentes ativos, concentrações e níveis de pH, o que permite tratar desde imperfeições ligeiras até manchas e textura mais marcadas, sempre de forma personalizada. É indicado para renovar a pele, atenuar manchas e marcas, melhorar a textura irregular e devolver luminosidade. Por atuar sobre a renovação da pele, requer alguns cuidados depois, sobretudo de proteção solar, que são explicados na consulta para garantir o melhor resultado.

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Para quem é indicado o peeling

O peeling químico é indicado para quem tem textura irregular, poros marcados, manchas superficiais, marcas de acne ou uma pele geral baça e cansada que os cuidados de rotina já não resolvem. Por ser ajustável em profundidade e intensidade, serve perfis muito diferentes: desde quem procura apenas um impulso de luminosidade com um peeling suave, até quem precisa de tratar manchas e irregularidades mais marcadas com protocolos progressivos. É a escolha certa para quem quer resultados visíveis de renovação sem cirurgia, com a ressalva de que exige disciplina na proteção solar depois das sessões, pelo que é ideal para quem está disposto a cumprir esses cuidados, sobretudo nos meses de menor exposição.

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O que acontece numa sessão de peeling

A sessão começa com a limpeza e desengorduramento da pele, um passo técnico que garante que o peeling atua de forma uniforme. Segue-se a aplicação do agente esfoliante escolhido na avaliação, em camadas controladas e durante um tempo definido, ao longo do qual é normal sentir um formigueiro ou calor ligeiro, sinal da atividade do produto e sempre monitorizado pela profissional. Atingido o efeito pretendido, o peeling é neutralizado, a pele é acalmada com produtos descongestionantes e o protocolo termina com hidratação e proteção solar. À saída, a pele pode apresentar uma vermelhidão ligeira e, nos dias seguintes, uma descamação fina, ambas transitórias e parte esperada do processo.


O mecanismo do peeling químico é a renovação acelerada e controlada. Os agentes esfoliantes, com diferentes ativos, concentrações e níveis de pH, quebram as ligações entre as células mortas da superfície, forçando a pele a substituí-las por células novas e a estimular os seus processos de regeneração, incluindo a produção de colagénio nas camadas mais profundas. A profundidade da ação é a variável que se personaliza: um peeling superficial renova e ilumina, um peeling médio trabalha manchas e textura mais marcadas. É essa capacidade de ajuste que torna o peeling um dos tratamentos mais versáteis da dermocosmética, e é também a razão pela qual a proteção solar rigorosa nos dias seguintes é inegociável: a pele nova é mais sensível à radiação, e protegê-la é proteger o resultado.

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O que o peeling faz pela sua pele

O que o peeling faz pela pele é forçá-la a renovar-se, e os resultados dessa renovação veem-se em quase todas as dimensões ao mesmo tempo:

  • Pele visivelmente mais lisa, com textura refinada

  • Luminosidade renovada, sem o tom baço das células acumuladas

  • Manchas superficiais e marcas atenuadas

  • Poros menos visíveis

  • Estímulo do colagénio nas camadas mais profundas

  • Intensidade ajustável ao objetivo e ao tipo de pele

Com um programa de sessões, os resultados aprofundam-se: cada peeling renova a superfície e soma estímulo regenerador ao anterior, tratando progressivamente manchas e irregularidades que uma sessão isolada não resolve. A pele responde com mais qualidade, mais uniformidade e um envelhecimento visivelmente mais lento, desde que a proteção solar acompanhe o processo.

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Perguntas Frequentes

Vou descamar muito? Posso trabalhar nos dias seguintes?

Depende da profundidade escolhida. Nos peelings superficiais, os mais comuns, a descamação é fina, tipo pele a "farinhar", dura 2 a 4 dias e não impede a vida normal, apenas pede hidratação e disciplina para não arrancar. Nos médios, a descamação é mais visível e pode justificar 3 a 5 dias mais recatados. Na avaliação prévia, a profundidade escolhe-se também em função da agenda de cada pessoa: há sempre uma versão compatível com a vida real.

Qual a diferença entre peeling superficial, médio e profundo?

A camada da pele onde o ácido atua. O superficial trabalha a epiderme: luminosidade, textura fina, manchas ligeiras, sem paragem. O médio atinge a derme superficial: manchas instaladas, marcas de acne, rugas finas, com descamação real e mais cuidados. O profundo é um procedimento médico hospitalar, fora do âmbito desta carta. O Renova Peel da mesoestetic cobre o espetro superficial a médio, com a gama mesopeel a permitir ajustar ácido, concentração e pH a cada objetivo.

Quantas sessões de peeling são precisas para tirar manchas?

Para manchas superficiais, o típico são 3 a 6 sessões com intervalos de 2 a 4 semanas, com clareamento progressivo de sessão para sessão. Convém dizer o que muitos calam: manchas profundas ou melasma não se resolvem com peelings comuns, e insistir pode até agravar. Nesses casos, a resposta certa da carta é o Cosmelan ou o Dermamelan, e a avaliação inicial distingue o tipo de mancha antes de propor o caminho.

Porque é que a proteção solar é tão insistida depois de um peeling?

Porque a pele que o peeling revela é nova, fina e sem defesas montadas: exposta ao sol sem proteção, responde a produzir pigmento em excesso, e o resultado é trocar uma mancha antiga por uma nova, a hiperpigmentação pós-inflamatória. É a única forma de estragar um bom peeling. Protetor 50+ diário, renovado, durante todo o programa e nas semanas seguintes, é condição do tratamento, não sugestão.

Em que altura do ano se deve fazer peeling?

A época clássica vai de outubro a abril, com sol fraco e menos exposição, e é a ideal para programas de várias sessões e para os peelings médios. Os superficiais mais suaves podem fazer-se todo o ano com proteção rigorosa, mas a lógica mantém-se: quanto menos sol no calendário, mais margem de trabalho. Quem quer a pele renovada no verão começa o programa no inverno, não em junho.

Peeling ou limpeza de pele profunda: o que devo fazer primeiro?

São etapas diferentes do mesmo caminho: a limpeza desobstrui e trata a superfície imediata, o peeling renova em profundidade. Numa pele com impurezas acumuladas, a limpeza vem primeiro, porque aplicar ácido sobre poros obstruídos desperdiça parte do efeito. Em programas contínuos, alternam-se com naturalidade. Na dúvida, a ordem define-se na avaliação, mas a regra prática é: primeiro limpa-se a casa, depois pintam-se as paredes.

Posso fazer peeling se tenho pele sensível ou rosácea?

Com critério, sim. Existem peelings de baixa agressividade, como os de ácido mandélico ou lático, desenhados para peles reativas, aplicados em concentrações conservadoras. Mas a ordem importa: uma barreira cutânea comprometida repara-se primeiro, com o Ritual Calma, e só depois se renova. Na rosácea ativa ou com lesões inflamadas, o peeling adia-se. É exatamente o tipo de decisão que justifica a avaliação prévia em vez da compra por impulso.

O peeling trata as marcas e cicatrizes de acne?

As marcas de cor, vermelhas ou castanhas, respondem muito bem: a renovação acelerada desvanece-as ao longo do programa. As cicatrizes de textura respondem por graus: as superficiais melhoram visivelmente, as deprimidas profundas, tipo "picador de gelo", têm teto no que o peeling consegue e indicação para técnicas médicas. A avaliação separa os dois tipos à partida, para que as expectativas correspondam ao resultado possível.

A minha pele habitua-se aos peelings e deixa de responder?

Não existe habituação nesse sentido: a renovação celular responde sempre ao estímulo. O que existe é teto de resultado, o ponto em que a queixa tratável por aquele peeling ficou resolvida, e a partir daí as sessões passam a manutenção espaçada, tipicamente uma a cada estação. A pele não fica dependente nem mais fina com o uso correto: fica renovada, e o programa ajusta-se ao que ela vai pedindo.

O peeling químico queima a pele?

Não queima, dissolve de forma controlada as ligações entre as células mortas da superfície, forçando a renovação. A palavra "químico" assusta mais do que devia: os agentes usados são ácidos dermatológicos estudados há décadas, aplicados em concentração, tempo e pH definidos, e neutralizados no momento certo. O formigueiro ou calor que se sente durante a aplicação é a atividade normal do produto, monitorizada do princípio ao fim.

A nossa Médica

Dra. Michelle Campagnoli | Cédula NRº 69467 (OM)

A Dra. Michelle Campagnoli é médica inscrita na Ordem dos Médicos (cédula n.º 69467), com Competência em Medicina Estética reconhecida pela Ordem dos Médicos (2025) e especialidade em Anestesiologia (2022). Licenciou-se em Medicina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2002), tem o grau de mestre reconhecido pela Universidade de Lisboa (2019) e pós-graduação em Medicina da Dor pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2012).


Dedica-se à medicina estética com particular enfoque nas intercorrências estéticas — a prevenção e o tratamento de complicações decorrentes de procedimentos estéticos. É também especialista em estética íntima (ginecoestética) e saúde da mulher, com tratamentos regenerativos, funcionais e minimamente invasivos.


Integrou equipas clínicas do Hospital Garcia de Orta (Medicina Intensiva e Anestesia) e do Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental. Tem participado em programas de televisão e na imprensa portuguesa sobre ginecoestética e saúde da mulher. É responsável pela revisão clínica dos conteúdos de estética corporal da Luxmed Oeiras.

Dra. Michelle, médica especialista em Anestesiologia, Medicina Estética e Ginecoestética, com atuação dedicada à Saúde da Mulher e tratamento de intercorrências estéticas, em Algés, Miraflores, Oeiras, Cascais, Amadora, Lisboa e Portugal

Onde Estamos

Um espaço exclusivo, criado para cuidar de si com calma, proximidade e confidencialidade

A Luxmed está localizada no NewLife Miraflores, num espaço moderno e reservado, preparado para receber um paciente de cada vez, garantindo total privacidade, conforto e tranquilidade durante todo o tratamento. Aqui, cada consulta decorre num ambiente acolhedor e cuidadosamente pensado para proporcionar uma experiência personalizada e discreta, alinhada com os mais elevados padrões de segurança e excelência médica.

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